Tem um blog maravilhoso com infos sobre culinária, receitas e muitas coisas interessantes chamado Come-se. Passem lá para ver.
A Neide escreveu sobre a galinhada dum restaurante em Sampa. E eu voltei ao passado, lembrando de duas estórias com galinhas.
A primeira foi a tentativa de assassinar uma penada pelos filhos de D. Hilda, enquanto ela estava no hospital. Magda, minha primeira irmã, resolveu comprar uma galinha viva na feira. E matá-la, sem experiência, com pena, foi um horror. Mas só ela para contar a estória toda.
A segunda foi algo inusitado que aconteceu com minha mamãe. D. Hilda saiu de casa num domingo pela manhã para ir ao Frangolins, o famoso criador, abatedor e frigorífico de frango de Alagoinhas (será que ainda existe?). Na época, eles abriam domingo das 9 às 11:30 h. Lá chegando ela pegou um pacote de fígado de frango, que tanto meu irmão Marcos quanto eu adoramos, e dirigiu-se ao caixa. Mas minha mãe não seria D. Hilda, se não encontrasse pelo menos uma pessoa conhecida onde quer que ela esteja. Neste domingo fatídico ela encontrou uma colega de trabalho e as duas danaram-se a conversar. Como ela não ia ficar segurando o pacote gelído enquanto conversava, ela colocou na geladeira e continuou conversando. De repente as duas ouviram do caixa que a loja estava fechando. Prontamente minha mãe pegou o pacote, pagou, despediu-se de sua colega e foi para casa.
Só que não era fígado o que ela trouxe para nós. Era pescoço! Na pressa, ela pegou um pacote qualquer, sem verificar o que o mesmo continha. E não notou que estava pagando muito menos do que devia.
Ainda bem que neste dia tinha sobremesa para saciar nossa fome, pois pescoço de galinha não tem carne quase nenhuma.
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Explicando:
Eu já fui vegetariana!
Como sarapateu, frango ao molho pardo (ou galinha de cabidela), Blutwurst assada, choriço mineiro, mas não gosto de bucho, nem de miolo e nem de bofe - só dos bonitos.
Na minha casa não tem carne todos os dias, nem frango, nem peixe. Mas se é para comer carne, que venham todas as partes.
Danar-se na Bahia pode ser "fazer algo intensamente" ou zangar-se.
A Neide escreveu sobre a galinhada dum restaurante em Sampa. E eu voltei ao passado, lembrando de duas estórias com galinhas.
A primeira foi a tentativa de assassinar uma penada pelos filhos de D. Hilda, enquanto ela estava no hospital. Magda, minha primeira irmã, resolveu comprar uma galinha viva na feira. E matá-la, sem experiência, com pena, foi um horror. Mas só ela para contar a estória toda.
A segunda foi algo inusitado que aconteceu com minha mamãe. D. Hilda saiu de casa num domingo pela manhã para ir ao Frangolins, o famoso criador, abatedor e frigorífico de frango de Alagoinhas (será que ainda existe?). Na época, eles abriam domingo das 9 às 11:30 h. Lá chegando ela pegou um pacote de fígado de frango, que tanto meu irmão Marcos quanto eu adoramos, e dirigiu-se ao caixa. Mas minha mãe não seria D. Hilda, se não encontrasse pelo menos uma pessoa conhecida onde quer que ela esteja. Neste domingo fatídico ela encontrou uma colega de trabalho e as duas danaram-se a conversar. Como ela não ia ficar segurando o pacote gelído enquanto conversava, ela colocou na geladeira e continuou conversando. De repente as duas ouviram do caixa que a loja estava fechando. Prontamente minha mãe pegou o pacote, pagou, despediu-se de sua colega e foi para casa.
Só que não era fígado o que ela trouxe para nós. Era pescoço! Na pressa, ela pegou um pacote qualquer, sem verificar o que o mesmo continha. E não notou que estava pagando muito menos do que devia.
Ainda bem que neste dia tinha sobremesa para saciar nossa fome, pois pescoço de galinha não tem carne quase nenhuma.
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Explicando:
Eu já fui vegetariana!
Como sarapateu, frango ao molho pardo (ou galinha de cabidela), Blutwurst assada, choriço mineiro, mas não gosto de bucho, nem de miolo e nem de bofe - só dos bonitos.
Na minha casa não tem carne todos os dias, nem frango, nem peixe. Mas se é para comer carne, que venham todas as partes.
Danar-se na Bahia pode ser "fazer algo intensamente" ou zangar-se.
