D- Ah, tava esperando dar uma hora melhor para te ligar. Sempre acho que você dorme até mais tarde.
M- Meu despertador natural acorda às 6:30.
D- O meu também. Vou tomar um banho e pegar a estrada. Devo sair lá pelas 10:30.
M- OK, vou fazer um bolinho e preparar algo pra gente comer. Quer feijão.
D- Eu fiz ontem. Mas pode ser, sim. Qualquer coisa.
M- Vou fazer um bolinho de banana.
D- Tá, não precisa, mas eu quero sim, viu.
Conversa vai, conversa vem eu falei que Clara não dorme mais de dia. Desliguei depois de mais alguns minutos e fui preparar a comida, tirar o feijão do congelador e fiquei entretida na cozinha. Algum tempo depois a antena da matriarca aqui ligou e a pergunta que surgiu foi: O que será que ela está aprontando neste silêncio?
'Tadinha. Dormiu, exausta.
E ainda passou um bom tempo dormindo depois que Dani e Gabs chegaram. Para acordar manhosa e depois de um tempo se soltar.
Nosso almoço foi feijão com arroz, verduras cozidas e frango. O bolo de banana não rolou, pois as bananas estavam algumas maduras de mais - digo estragadas, outras de menos - digo verdes. Comemos um pedacinho do bolo de tia Sandra (San: Dani te elogiou e olha que ela é uma "keikidisain" de mão cheia)
Agora minha filha é oficialmente dona de uma vendinha muito fofa, que tia Dani deu de presente para ela.Vende-se tomate, raiz de erva-doce, banana, milho verde e limão. Além de ter um carrinho de supermercado, que foi o pomo da discórdia entre os dois.
No final eles se revezavam com o carrinho dela e com o carrinho de polícia dele, cujo som é tão penetrante como a sirene de um carro de polícia alemão. Clara adorou ficar apertando o botão, fazendo música - como disse ela.
Foi pura diversão. O tempo passou rápido demais.
