Quase passei a noite acordada, lendo. Já fiz isso várias vezes, ler até adormecer ou ler até amanhecer, tanto faz, o importante para mim é ler.
Estou lendo no momento "A Mulher do Viajante do Tempo", de Audrey Niffenegger, uma artista e professora americana.
Critica tirada da net (eu deveria colocar de onde tirei, mas esqueci de fazê-lo):
"Uma sublime história de amor... Deixa no leitor a sensação da riqueza e da estranheza da vida." – Publishers Weekly
Em sua estréia literária, a americana Audrey Niffenegger conseguiu um feito pouco comum para escritores iniciantes no gênero da ficção. Sucesso de vendas nos EUA, seu livro foi apontado pela crítica especializada como uma releitura inovadora e inteligente do romance de amor, e teve seus direitos cinematográficos comprados pelo casal de atores de Hollywood Jennifer Anniston e Brad Pitt.
O livro narra a história do casal Henry e Clare. Quando os dois se conhecem Henry tem 28 anos e Clare, vinte. Ele é um moderno bibliotecário; ela, uma linda estudante de arte. Os dois se apaixonam, se casam e passam a perseguir os objetivos comuns à maioria dos casais: filhos, bons amigos, um trabalho gratificante. Mas o seu casamento nunca poderá ser normal.
Henry sofre de um distúrbio genético raro. De tempos em tempos, seu relógio biológico dá uma guinada para frente ou para trás, e ele se vê viajando no tempo, levado a momentos emocionalmente importantes de sua vida tanto no passado quanto no futuro. Causados por acontecimentos estressantes, os deslocamentos são imprevisíveis e Henry é incapaz de controlá-los. A cada viagem, ele tem uma idade diferente e precisa se readaptar mais uma vez à própria vida. E Clare, para quem o tempo passa normalmente, tem de aprender a conviver com a ausência de Henry e com o caráter inusitado de sua relação.
A superação das dificuldades encontradas no relacionamento, a ausência e a saudade são tratadas com muita sensibilidade, inteligência e bom humor pela autora. O livro mostra que o verdadeiro amor é capaz de transpor todas as barreiras – inclusive a mais implacável de todas: o tempo.
Audrey Niffenegger é artista plástica e leciona criação literária, impressão tipográfica e produção editorial de luxo em uma universidade de Chicago.
---
Detalhe: Brad (feio ele, né?) separou da Jennifer, e por isso o projeto esteve afetado. As filmagens estão previstas para meados de 2006. Ele deve ficar com o papel de Henry, um homem que visita sua esposa em diferentes pontos de sua vida através de viagens no tempo. No livro a cada viagem no tempo Henry aparece sem roupas. Iupiiiiiiiiiiiiiiii, será que podemos realmente nos alegrar?
Não percam! Tanto faz ler em inglês, alemão ou português, o livro é lindo, estranho, triste, romântico, ou seja simplesmente maravilhoso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário