26 agosto 2007

É difícil descrever o que significou o "churrasco" na maison Donner. Primeiro pois a ocasião foi mais do que especial! É tão bom encontrar pessoas que significam tanto para nós, mesmo quando não nos vemos regularmente. E também pois não é sempre que um grupo de mulheres consegue falar, beber e comer tanto como nós e ainda continuar na linha. OK, eu estou fora de forma, mas eu volto logo!

Bem, a maison é mais do que uma maison. É um palácio cor-de-rosa. Inacreditável, a frigideira não é photoshop não, ela é cor de rosa mesmo! O estojo da máquina, o abridor de garrafas, a toalha da mesa, o moedor de pimenta são todos cor-de-rosa, como a Cissinha é! Aliás, venhamos e convenhamos a mulher é um show de classe, elegância e simplicidade, além de ter um coração enorme. O filho mais novo é um docinho, e o mais velho é o que eu gostaria de ter como genro: solícito, gentil, carinhoso, atencioso, enfim, um amor de menino.

Pena que o tempo é sempre tão curto. Quase não deu para conversarmos. Além da deliciosa picanha que comemos à tarde, nos deliciamos com duas sobremesas deliciosas: pavê de chocolate e um creme de abacaxi.

Após alguns brindes com champagne (eu fiquei no H2O mesmo), partimos para o café, que por sinal é feito na mais fina máquina italiana. Os cappuccinos, café lattes e espressos foram servidos acompanhados com bolo de milho, bolo de cenoura com avelãs e um delicioso bolo de cupuaçu (vejam a façanha da papachibé na Alemanha e a generosidade dela para com as pobres mortais amigas!).

Depois de muito papo, muito barulho e risos resolvemos comer uns acepipes e voltamos para picanha fatiada. Para acompanhar tivemos arroz, farofa e vinaigrette regado a um delicioso tinto italiano - disseram-me que o vinho era bom mesmo! E isto foi o lanchinho da meia-noite, pois perdemos a hora conversando.

O café-da-manhã foi delicioso: croissants e três tipos de baguettes, queijos, frios, nutella, geléias, ovos variados e deliciosos waffles.

Mas o que valeu a pena mesmo foi ter encontrado com essas mulheres maravilhosas, ter rido muito, ter falado de assuntos sérios e perceber que a internet pelo menos prestou para nos aproximar.

Já estou ouvindo: e as fotos? Paciência!

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