Hoje aconteceu algo inusitado.
Meu marido pediu para que eu levasse o carro dele à concessionária para fazer revisão. No caminho de volta para casa percebi que o tanque estava na reserva e parei para abastecer. Para minha surpresa havia um frentista!
O que? Um frentista num posto da Alemanha? Sério, não era miragem.
Pois é, aproveitei e pedi que enchesse o tanque, óbvio que eu não deixar esta oportunidade passar em branco.
O frentista me informou que o posto estava fazendo uma promoção: a gasolina de alta octanagem estava com o mesmo preço da gasolina aditivada.
OK, Senhor, encha com a de alta octanagem (dizem que é melhor para o carro e o consumo é menor, não sei com certeza e creio que não faz diferença alguma, só para o produtor!).
Na hora de pagar, a mocinha do caixa me disse que como era uma promoção de um dia, ela cobraria a gasolina de alta octanagem e me devolveria a diferença em dinheiro, pois eles não haviam programado o computador.
Foi aí que eu empaquei e não aceitei.
A gasolina do carro do meu marido é paga pela empresa. Como explicar que o recibo tem um valor acima do que ele deveria receber de volta da empresa, já que eu havia recebido a diferença em dinheiro do posto?
Complicado? OK. Vamos descomplicar: Na nota tinha a quantia X. Ele entrega a nota e recebe X. Mas o valor X na verdade corresponde a X menos a diferença da aditivada para a alta octanagem.
A mocinha do caixa (era uma mocinha mesmo, de uns 18 anos) me ofereceu uma lavagem completa com cera, grátis, no valor de 12 Euros, e eu continuei sem aceitar.
Daí ela ligou para a chefe que, por telefone, explicou um método diferente de colocar os valores no caixa.
Eu paguei a quantia correta e recebi a nota.
Detalhe: eram 2,30 Euros de diferença.
O que você faria?
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