04 julho 2012

Produzindo

O aniversario de Clara é esta semana e eu estou às voltas com tecidos e papeis, tentando deixar a festinha mais bonita.

Cozi uma bolsa linda para ela. Espero que ela goste.

Fotos seguem em breve.

27 junho 2012

Preparando

Hoje ficamos em casa. Aproveitei para fazer umas artes para o aniversario de Clara.

Ela me ajudou muito. Se você quer ver seu filho orgulhoso de algo feito por ele, esqueça a perfeição. As coisas ficam lindas por ter a participação deles.

O layout do chocolate eu fiz no adobe Ilustrator. Preciso ainda aprender a lidar com esse programa. As flores com as forminhas, que vão ser recheadas de jelly beans, são da Martha Stewart. Eu só mudei a cor e coloquei uns pois. E os cartões para canudos eu tirei da net e esqueci de anotar a fonte. Usamos tesouras de picotar para recortar.

Enfim, um dia tranquilo e proveitoso, para uma loirinha, que não estava bem do estômago.

Agora vamos ver o jogo Portugal x Espanha.

26 junho 2012

Doce

Em setembro de 2011 eu ganhei uma muda de framboesa. Aqui é mato, cresce, espalha a rama e dá de maio a novembro, se não fizer muito frio. Eu acho framboesa uma fruta estranha, que é famosa e apreciada por muitos, porém eu não vejo graça. Acho que é uma fruta tipicamente européia, tem muito cheiro, mas não é doce, apesar de enfeitar bem. Fica linda na tortinha, encanta qualquer chocolate e dá um tom feminino à mesa.

Minha irmã diz o mesmo do jambo, que por sinal adoro! É. Bonito, mas sem graça. Existem homens assim também, minha mãe sempre recomendou ficar longe deles.

Uma fruta que me conquistou por aqui foi o Kiwi amarelo. Taí, gamei. E Clara, que não gostava de Kiwi, apaixonou-se.

E se por acaso já tiver no Brasil, não me ofereça, eu continuo preferindo pinha a todas as outras.

25 junho 2012

Da saudade e da esperança

Há algum tempo, no verão de 2011 para ser mais exata, uma conhecida perguntou se eu indicaria um mastologista (especialista em mamas, aqui chama de Senologist) aqui em Aachen. Fiquei surpresa pois ela é medica, e mesmo sendo da área de cardiologia, ela trabalha no melhor hospital da região. Conversamos sobre os dois centros especializados em câncer de mama aqui na cidade e sobre a importância de tocar-se todos os dias.

A indicação era para uma outra pessoa, mas ela não citou nome.

Lembrei de Ana, uma amiga que partiu levada pelo câncer de mama. E de Elke, minha ex-colega de trabalho, que teve a sorte de cair nas mãos de bons médicos e está hoje em remissão, depois de quimioterapia e duas operações. Lembrei de Edite, amiga de minha mãe, que foi embora muito rápido depois do diagnostico.

E daí eu esqueci da pergunta feita. E foi um grande choque saber sexta passada, quase um ano depois, para quem era o conselho. J., uma mãe forte, com dois filhos pequenos e um marido maravilhoso, que está lutando e pelo jeito vencendo a batalha.

J. descobriu o tumor tomando banho. Ela faz quimioterapia desde 2011. Vai operar agora. E estava conosco, dois dias depois de sua última quimio, assistindo o jogo da Alemanha - que foi bom, mas não tão emocionante quanto Itália x Inglaterra.

E eu pude ver em J. uma força interior muito forte e a esperança de muitos anos por vir.

21 junho 2012

Pasmei

Eu vou ao trabalho de ônibus ou bicicleta, em raras ocasiões uso o carro, pois não tem estacionamento barato perto. Se eu for de carro, sou obrigada a parar fora da área paga e tenho que andar mais ou menos 1,5 Km até o trabalho. Ou pegar um ônibus e saltar 2 pontos depois.

Ontem resolvi caminhar até um outro ponto, que o meu habitual. Queria sentir o perfume dos jasmineiros e ouvir passarinhos antes de enfrentar um dia duro. Peguei o primeiro 'busú'  que passou, encontrei uma conhecida e ela me avisou que este ônibus parava na estação central e mudava de percurso. Sai caminhando, conversando com a amiga e olhando as vitrines.

E em frente a uma perfumaria eu parei e pasmei:

Um frasco de perfume com 100ml por 252 Euros?



É de ouro? É marca conhecida? Alguém conhece? Bonito, é!

Porém é mais caro que um par de rasteirinhas Prada! Dinheiro suficiente para ajudar 1 família durante 5 meses através dos médicos sem-fronteiras. Quase subsidia uma operação de lábio leporino da Operação sorriso.

Quem compra deve ter dinheiro, mas será que 'esbanja' também com caridade?

19 junho 2012

Faxina

Há algum tempo eu cansei de blogar, cansei da internet, abusei do faceb*****, entediei por ficar horas da minha vida parada em frente a um monitor.

Vida esta que está numa nova fase: em breve vamos mudar de cidade. Meu marido já trabalha numa outra empresa desde o inicio do anos. Compramos uma casa velha, que vamos reformar a partir do mês que vem. Vendemos a nossa atual. A filha mudará de escola. Eu procurarei um novo emprego.

Estamos confiantes de que este processo renovador nos trará prazeres e alegrias, além de um lar aconchegante.

Começo reativando este espaço e faxinando o porão. Pois aqui eu deixo um registro de minhas andanças. E o porão precisa realmente ser debastado. Tudo o que estiver guardado e sem uso vai cair fora.

Que o verão seja mixo, para eu não choramingar muito ter de reformar casa ao invés de curtir horas de sol por aí.

13 abril 2012

embaraçados...

Eu tenho cabelos compridos, de fios grossos, lisos, que embaraçam com facilidade. Clara é loira, mas tem os cabelos parecidos com os meus, sendo que os fios ainda são finos e dão nós.

Pentear o cabelo de Clara foi sempre uma tortura, para mim e para ela. Todos os dias era um chororô horrível. Ela chorava porque doía e eu por fazê-la sofrer.

Creme de pentear, condicionador tipo leave-in, máscaras para os cabelos - tudo o que pudesse trazer um pouco de conforto na hora de pentear os cabelos nós já usamos. Comprei uma escova cor-de-rosa com pedrinhas no cabo - doía. Comprei uma nova escova da Denman, de fabricação inglesa, especial para cabelos compridos - doía. Pente grosso - doía. Pente fino - nem pensar. A única que dava para usar era uma escova de cerdas naturais, mas esta não desfaz os nós.

Como coração de mãe sofre, os olhos prestam atenção e signalisam ao sub-consciente, que nos alerta:

Aha, propaganda de escova que promete não doer, especial para cabelos compridos.

Pimba, o preço é uma facada.
E fiquei na dúvida se era propaganda enganosa.





E nada é mais precioso do que ouvir uma vozinha feliz dizer: Mamãe, essa escova não dói!

A marca é TANGLE TEEZER e não parece com as escovas que costumamos ter em casa.

Adendo: É inglesa, made in England, custa horrores, mas vale cada centavo. E é melhor usar no cabelo molhado, se for no seco, tem que ir devagar, mas doí menos do que todas as outras coisas.

das falas...

Clara: _ Mamãe, eu preciso fazer cocô!
Eu: _ Pode ir filha, quando você terminar, me chame, que eu lhe ajudo.
Clara: _ Mamãe, eu me errei.
Eu: _ O que Clara?
Clara: _ Mamãe, eu me errei, pensei que fosse cocô, mas foi só xixi.

Não é uma questão da língua, pois ela comete erros e trocas em alemão também.

Todos os dias ao buscá-la na escolinha, eu pergunto a ela o que ela fez, como foi o dia, o que ela comeu. E um dia ela disse: Hoje teve bife de frango com molho de cenoura e Essketten.

Esskette é aquele colar de açúcar que a gente roí, tinha isso na minha infância. Meu cérebro registrou o erro, eu queria rir, mas séria eu perguntei:

_ Frango com doce?

Ela parou, pensou e disse: _ Não, é parecido com bolinho de peixe, laranja.

_ Ah, tá, talvez você queira dizer croquete? - eu perguntei. E ajudei: Em português é croquete, em alemão é Kroketten.

Sim, sou chata, fico no pé.

E ela riu muito de si mesma.

Sou conseqüente e de vez em quando ela fica "P da vida" e diz: você entende e fala alemão também.
E nestes momento eu respiro fundo e retruco:

Sim, eu sei, mas como é que você vai falar com sua prima querida no Brasil?
Se você falar misturado, ela não vai entender.

E assim retornamos ao português, que ela fala, canta e já lê um pouco, mais do que em alemão.

30 março 2012

educada, eu, no way...

Ontem eu trabalhei muito, precisei fazer 2 horas extras. Clara ia brincar na casa da vizinha, entao eu estava sem compromisso com ela. O problema ao sair tarde do trabalho é pegar ônibus lotado com estudantes da 5a à 8a série, cheios de mochilas, falando alto e alguns até intelectuais, mas sem educação.

Eu estava sentada bem ao fundo, quando um rapazote sentou-se ao meu lado. Da mochila saiu um MP3 vagabundo e seus fones de ouvido. Ele escutava Death Metal a todo volume. E eu aturando, sem falar nada. Mas vai que o sujeito resolve enrolar um cigarrinho ao meu lado. E eu calada.

Ele tira um pacote com fumo do bolso, de dentro do pacote ele tira o papelote e fumo, e eu calada.

Ele tenta enrolar e percebe que tem muito "tabaco", tira uma parte e, por desleixo, joga uma generosa pitada de fumo entre os dois assentos. Daí eu abri a boca e pedi para que ele não jogasse lixo entre uma cadeira e outra (eram cadeiras conjugadas, como se fosse um banco com duas almofadas delimitando o espaço).

Por causa dos fones o 'elemento' perguntou em voz alta se eu falava com ele. O que eu respondi afirmativamente  com a cabeça e falei bem alto, para ele e todos no ônibus ouvirem:

Por favor, não jogue lixo por aqui. Principalmente tabaco, pois se uma criança pega e coloca na boca, ela pode até ficar doente.

Fez-se um silêncio de suspense, todo mundo olhando para ele, que cabisbaixo pegou "o lixo" e colocou no bolso do casaco.

Eu sei que não foi legal falar alto, chamando atenção. Eu estava sem alternativa.

Da próxima tentarei ser mais fina!

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Na Alemanha morrem 140.000 pessoas/ano devido ao tabagismo.

Morrem 3 milhoes de pessoas por ano no mundo devido ao tabagismo.

A nicotina chega ao cérebro dentro de 7 segundos, ou seja mais rápido do que qualquer injeção intravenosa!

Sabe-se hoje que 50 mg de nicotina pode matar um adulto. Estima-se que 30 g mata uma crianca.

Existem múltiplos exemplos de crianças que pararam na sala de emergência por engolir um chiclete de Nicorette (2mg de nicotina)

28 março 2012

Palada...

Esta tudo certo no título, não foi erro de digitação. É assim que Clara canta a música de Michael Teló. E essa mesma musiquinha medíocre está servindo como exemplo de diversidade cultural. Crianças alemãs e estrangeiras cantam numa língua que só uma delas entende. Na Páscoa a escolinha vai comemorar em outro estilo - é segredo, as crianças não podem falar nada. E nem adianta perguntar, ela não conta nadica.

Por falar em diversidade, grupos de ladrões, oriundos do leste europeu, descobriram Aachen. Nosso bairro está visado, por ser quase na fronteira com a Holanda e aqui existirem as chamadas fronteiras verdes, sem policiamento.

Ontem tentaram, sem sucesso, arrombar a garagem e o carro da vizinha. Semana passada alguém desmontou o navi do carro de um outro vizinho, sendo que o alarme não foi acionado. Em Janeiro tentaram arrombar uma casa numa esquina quase em frente à minha casa e em novembro passado roubaram tudo da ultima casa da rua. E hoje à noite eu soube de um carro assaltado em setembro de 2011 que teve sua trava de segurança clonada.

Isso acontece de dia ou ao anoitecer ou ao amanhecer.

Segurança é algo volátil e recusamos a acreditar em sua falta ao lidar com estas situações.

Ainda bem que nunca perdi o costume brasileiro de vigiar tudo sempre.

22 março 2012

Eu posso pegar, né?

Hoje à tarde uma amiguinha de Clara veio direto da escola para nossa casa. Como o dia estava lindo as duas entraram e foram brincar no quintal.

Eu estava preparando um lanche e com olhos que só mães tem percebi um entra e sai sem fim em direção ao lavabo. Quando perguntei o que elas faziam, recebi um "nada" como resposta da amiga de Clara. Enquanto Clara, muda, olhava para o chão.

O alarme materno soou alto. Cheguei perto e vi que elas estavam comendo algo. Meu medo se foi ao descobrir que eram flores comestíveis. Mas não gostei da resposta da amiga, que já tinha tido esse mesmo comportamento antes.

Conversei, expliquei que era perigoso comer sem lavar e falei que eu não gostei da atitude delas.

Quando a amiga se foi, eu conversei com Clara e expliquei que para cuidar bem dela eu precisava saber das coisas e que eu não briguei, só orientei e dei uma tigelinha com água e vinagre para higienizar as flores antes de comê-las.

Clara fica pensando e depois de algum tempo vem perguntas mirabolantes.

Estávamos à mesa quando ela falou:

_ mas eu posso pegar um doce, se eu lhe falar?

_ sim, pode. Mas não toda hora.

_ mas eu posso comer um doce à noite pois eu vou escovar os dentes?

_ não todos os dias, pois doce demais não faz bem

_ mas eu posso pegar na sua xereca?

_ ahn? Não entendi.

E daí que ela se irritou e soltou:

_ você fala português e entendeu sim.

Eu ri tanto, que ela ficou muito irritada e não quis mais conversa comigo. Até agora eu não sei o que ela realmente queria dizer.

Mas pode pegar não!

17 março 2012

Suficiência e subsistência

Subsistência é diferente de sub existência.

Hoje em dia a industria e seus instrumentos de marketing geram necessidades antes inexistentes. E assim vamos nos acostumando até chegarmos ao ponto onde perdemos a sabedoria popular e esquecemos de como coisas eram feitas antes de alguma invenção.

Pudim sem leite condensado? Sim, pode.

Criança sem mamadeira? Sim, pode.

E eu prefiro meus bolos a qualquer bolo de conditorei alemã. Uso manteiga de verdade e ovos frescos. E as padarias também? Não creio.

Eu vi a dona de um café daqui de Aachen saindo do Aldi com o carrinho cheio de Palmiers. O mesmo biscoito no café custa 1,20 a unidade. No Aldi o pacote com 5 custava 1,89. Será que ela mesma faz? Ou será que vende um produto comprado no supermercado, cheio de aditivos e gordura trans?

Ontem à noite eu pensei em fazer cuscuz de milho para tomar café. Mas... Não tem Milharina, Vitamilho nem Flocão por aqui. Sim, e daí, só pode com isso?

Porque é fácil, é pre-cozido, fica fofinho e por aí vão os argumentos.

Peguei farinha para polenta, juntei um tiquinho de farinha de mandioca, sal, açúcar mascavo, molhei com água fria, deixei inchar, manuseei como faz minha mãe e deixei descansando durante a noite.

Acordei, dei uma trabalhada na massa e agora vou tomar café.

O cheiro está subindo. Café, cuscuz de milho com manteiga, sem flocos industrializados, não tem quem resista.

15 março 2012

Melhor feito

Não sei onde eu li uma frase cujo sentido era: existem coisas que são tão boas quanto ou até melhores do que as feitas em casa. E havia uma lista das coisas supostamente melhores dentre elas citavam massa folhada.

Eu discordo. Se você faz algo, você sabe os ingredientes. E é imensamente prazeiroso comer algo feito por você. Usar algo que você criou e ouvir elogios não tem preço.

Pão, iogurte, picolé, pipoca e pizza caseiros são comuns para mim. Meu marido se assustou no dia que coloquei uma pizza congelada (assada é claro) na mesa do jantar: você está doente, querida? Meu vizinho adora as madalenas que saem do meu forno. E as professoras de Clara se sentem como Pinto no lixo quando eu chego com um pacotinho para elas.

E como eu sou encucada com algumas coisas, eu matutei sobre alimentos e cosméticos e não gostei do que veio à minha mente. Alumínio, dimeticone, e um monte de porcarias estão em contato na minha pele todos os dias. Vamos mudar isso, pois eu não sou Sócrates para tomar veneno todos os dias, pensei.

Por acaso vi na net uns PAPs de como fazer algumas coisas em casa. E resolvi testar a receita de desodorante.
Na Bahia muita gente usa Leite de Rosas como desodorante e apesar do calor dá resultado. Não é antiperspirante, é desodorante, para as pessoas não federem. O meu novo desodorante caseiro é feito com óleo de coco, bicarbonato de sódio e polvilho - usei tapioca e araruta, algumas gotas de lavanda e flor de laranjeira para perfumar e só.

Eu já usava um natureba da Alverde ou da Rossmann, sem química. Agora uso o meu e estou muito cherosinha obrigada. Até na academia ele agüenta sem me deixar fedorenta.

Vou esperar o calor chegar para ver se continua funcionando.

Se eu fizesse frituras, me arriscaria no sabão caseiro.

E você? Produz algo ou compra tudo pronto?


14 março 2012

Estresse

Eu abandonei o blog. Eu estava criando casos com todo mundo. Eu me sentia a última a saber das coisas. Eu estava desligada, esquecida. Eu estava tendo dores freqüentes, de cabeça e nas costas. E de repente eu percebi que nada estava normal - mentira, meu marido foi quem me disse:

- você já percebeu, que você está doente regularmente?

Daí eu me liguei e fui ao médico, que me assegurou estar sadia. E não me convenci.

Passei a anotar tudo. Percebi que estava sem sede, com vontade de comer sal, com um desânimo total e os nervos à flor da pele. Depois com os cabelos caindo, a pele se enchendo de espinhas e um fluxo menstrual forte, eu percebi que estava tendo surtos de TPM.

Examina aqui, examina ali e Nada. Sabem o que eu penso? Eu sou fora dos padrões.

Ainda bem que existe gente boa neste mundo: agora estou tomando micronutrientes e alguns produtos naturais para ajudar meu corpo a voltar ao normal.

Escute sua voz interior e acredite em você. Procure ajuda e aceite ser ajudada. Parece mentira, mas em um mês eu já percebo mudanças.

E assim eu sigo sendo excepcional :-)

07 março 2012

impossivel...

Está impossivel comentar neste blog. O Blogger tá sabendo e estao tentando resolver o problema.... tst, tst, tst, viva a internet ;-)



Known Issues for Blogger: We're investigating an issue which is preventing l...: We're investigating an issue which is preventing login and comment posting for some users, and hope to have a fix released shortly. Thanks...

06 março 2012

Nutri

Deveríamos consumir 5 Porções diárias de frutas e verduras.

Os nutricionistas aconselham hoje 500 g de verduras e frutas, sendo que parte deverá ser consumido in natura.

Hoje, por curiosidade, eu pesei o que acompanhava meu sanduíche de queijo com brotos de rabanete.

Quanto de verduras tem neste prato?

02 março 2012

A p

Minha mãe não fala palavrões. Se ela soltar um 'poxa' é porque a coisa está muito feita. Se você a ouvir falando 'merda' é melhor correr pois a bruxa vai estar solta.

Já uma outra mulher da família tem a língua solta para um linguajar deboxado, no estilo de Dercy, apesar de nunca falar num ambiente impróprio.

Eu solto uns aqui e ali, quando estou de TPM e me irrito muito, mas o meu normal é evitar linguagem de baixo calão.

Daí que com uma filha a gente presta atenção e mesmo assim escapa algo. E você escuta um 'caracas' ou 'pote que parilis' e sabe que você precisa ser mais educada ainda. Dar um bom exemplo é fundamental para uma boa criação.

E sim, acho feio ler palavrões em sites ou mesmo comentários no facebook, especialmente se provenientes de pessoas que poderiam fazer uma diferença neste mundo atual.

01 março 2012

O que?

Eu gosto de orquídeas e elas gostam de minha casa e dos meus cuidados.

Eu fiz curso de bolos, docinhos e salgados em Salvador.

Eu aprendi a fazer croche com minha mãe e minha vó Bitinha. Mas ninguém levava fé em mim, pois eu suava muito nas mãos (psicosomático).

Eu gosto de ler.

Eu implico com fumantes. Mas hoje em dia eu só brigo mentalmente.

Eu não dou dinheiro, mas pago comida a pedinte, se ele quiser comer comigo.

Não gosto do Vapiano, pois acho um saco ter de enfrentar 3 filas para um prato de massa, uma pizza e uma taça de vinho. Se for tomar café serão 4 filas.

Adoro velas. Sem perfume. Com perfume só as da Diptyque, mas elas ficaram impraticáveis depois que alguns famosos apareceram com essas velas em suas casas - coisa de 50 a 70 euros uma.

Amo ir para a sauna depois de pegar pesado na academia.

Não tenho cólicas. Se tiver estou com disfunção hormonal.

Meus cabelos são lisos. Só uso xampú. Condicionador só do tipo sem enxágüe e este só após a piscina.

Depois que eu ganhei o sabonete de hortelã da LUSH (presentinho da Dani G.), eu voltei a usar sabonete em barra. No momento uso o de Verbena da L'Occitane, presente da sogra.

Gosto de Shiraz. Não sabia que a uva é originaria do Irã.

Aprendi a gostar de Carmenere com meu cunhado e compadre Jorge.

Bebo água natural, sem gás, até na Bahia.

Amo caldo de cana sem gelo.

22 fevereiro 2012

Quase tudo tem jeito....

Outro dia uma brasileira estava reclamando muito daqui. Que as pessoas eram assim ou assado, que a comida era ruim, que não tinha tudo nos supermercados. A mesma ladainnha que escuto e leio desde que vim morar na Alemanha.

E eu calada estava, calada fiquei. Fiz de conta que não era comigo.

Quando Naira (uma quase prima minha) morou comigo em Düsseldorf, ela reclamou que não achava Blondor por aqui. Gente, isso foi há quase 20 anos. Sim, não havia Blondor, mas havia um produto parecido, de marca diferente produzido pela mesma fabricante do produto brasileiro. Nós não sabíamos, mas ao escrever para a "Wella" - eu acho não tenho certeza se Blondor é da Wella - recebemos não só uma caixa de Blondor, mas também o nome do produto alemão. Problema resolvido.

No ano passado eu escrevi para a Colgate, pois queria saber o nome alemão do creme dental, que minha linda sobrinha dentista, Leticia, havia me indicado. O tubo aqui tem o dobro do tamanho e custa metade do preço do mesmo produto no Brasil.

Hoje foi a vez do álcool em gel. Sim, existe, chama-se "Sicherheits Brennpaste". Está no rótulo, álcool etílico e gelificante. Usei para limpar um sapato de couro que estava com mofo. Eu devo ter guardado o sapato úmido. A dica eu li na net, no site do Carrefour brasileiro:
 Primeiro você passa um pano macio com álcool em gel.
Depois você passa vaselina - chama Vaseline em alemão.
Espere três minutos e tire o excesso de vaselina.
 Dê polimento.
 Pronto, o sapato ficou com cara de novo.

14 fevereiro 2012

um pedacinho do escritório

Eu passo uma parte do meu dia trabalhando num escritório de pesquisa, focado em planejamento urbano, desenvolvimento e paisagismo. O ritmo de trabalho é completamente diferente do trabalho que eu fazia numa empresa americana. Aqui tudo é mais calmo, porém mais focado.

A foto mostra um pouco de mim. Minha mesa é conjugada, mas o colega - chefe de TI, só trabalha dois dias da semana aqui e ele é sempre um pouco bagunçador (ele ri, quando eu digo isso, mas é verdade).



Minha função é" assistente do time de pesquisa". Eu organizo viagens, reuniões e conferências, cuido da parte administrativa referente ao nosso escritório, ajudo com problemas de TI, supervisiono o trabalho dos estudantes e estagiários, enfim eu trabalho como gerente do escritório.

Hoje uma colega me olhou e disse: 'Eu vou ficar muito triste se você for embora, pois você tem um jeito muito calmo e ajuda sempre a solucionar problemas. Quem sabe a gente descobre um jeito de você continuar trabalhando conosco.' E um outro, que a ouviu, disse: 'Eu assino embaixo'.

Isso é uma das coisas da qual sentirei falta, se no futuro próximo mudarmos de cidade: meu trabalho.